Brigaderia da Coruja

Brigaderia da Coruja

Brigaderia da CorujaA entrevista de hoje é com a Érica Jabur, da Brigaderia da Coruja. Esse nome fofo vem da ideia de Mamãe Coruja, porque a brigaderia nasceu um pouco depois do bebê dela. Acho que muitas mulheres passam por um momento de questionamento quando se tornam mães né? Vejo muitas histórias de mulheres empreendedoras que escolheram esse caminho para terem mais flexibilidade nos horários e conseguirem não só cuidar, mas curtir mais os filhos. Nem sempre abrir o próprio negócio significa ter mais tempo livre, na verdade geralmente é o contrário, principalmente no início, mas fico bem feliz quando conheço histórias de sucesso assim!

Ah e lembra da Mariza Doces da semana passada? Foi uma das inspirações da Érica pra abrir a Brigaderia da Coruja, pois as filhas da Dona Mariza, que hoje estão a frente da empresa, são primas do sogro dela! Tudo em uma grande família!

1 – Por que escolheu trabalhar com doces? Conte um pouco da sua história, por favor.
Escolhi trabalhar com doces por que é algo que todo mundo gosta e sempre fui muito elogiada pelos dotes culinários. Unimos o útil ao delicioso como costumo dizer.

2 – Você come tudo que faz? Com que frequência?
Absolutamente eu como tudo que faço e gosto muito. Só que no dia a dia meu controle de qualidade de cada panelada que sai do fogo é uma colherzinha senão não dá pra manter a silhueta, hehehe.

3 – Qual foi a melhor sobremesa que você já comeu? E a pior?
A melhor sobremesa que já comi, definitivamente o bolo do meu casamento civil, de nozes e baba de moça das queridas primas Sandra, Silvia e Marcia Chuairi que estão a frente da maravilhosa Mariza Doces.
E a pior sobremesa foi um pavê, gente odeio pavê, aquele biscoito molhado no fundo, yacky!!! Não é a minha praia.

4 – O que sempre tem de sobremesa pra você?
O que sempre tem de sobremesa aqui obviamente é Brigadeiro heheheh e bolinhos com cobertura de brigadeiro gourmet.

Entrevista Mariza Doces

Entrevista Mariza Doces

mesa mariza doces

Imagem do site www.marizadoces.com.br

O Atelier Mariza Doces existe desde 1963, quando Dona Mariza começou a fazer doces para festas de familiares e amigos. Naquela época a maioria das festas era feita em casa mesmo, e era dia de usar as louças mais luxuosas. Para servir os doces as famílias escolhiam as mais bonitas bandejas de prata que tivessem. As bandejas arrumadas com os doces eram tão bonitas que os anfitriões queriam que elas ficassem expostas para serem apreciadas por mais tempo, não fossem somente passadas ao final da festa. Assim elas começaram a ser colocadas em mesas desde o início, dando origem a tradicional Mesa de Doces, ponto alto da decoração de todos os eventos atualmente.

Quem me contou tudo isso foi a Ângela, que é sobrinha (casada com um sobrinho) da Mariza, e que junto com as primas Silvia, Marcia e Sandra, filhas da Mariza, comanda o Atelier Mariza Doces hoje. Ela é um amor de pessoa, daquelas que na primeira conversa a gente já acha que conhece há anos, sabe? Por isso fiquei muito feliz de ela ter aceitado participar da nossa entrevista.

1 – Por que escolheu trabalhar com doces? Conte um pouco da sua história, por favor.
Na realidade os doces que me escolheram, venho de uma família italiana, que sempre está em volta da cozinha, ao me casar, entrei para a Mariza doces, pois o meu marido é sobrinho da Mariza e sua mãe, Terezinha começou a empresa. Então, me apaixonei, e pude colocar em prática, aquilo que sempre quis, fazer coisas bonitas e gostosas.

2 – Você come tudo que faz? Com que frequência?
Sempre como tudo o que faço, pois cozinho todo o dia.

3 – Qual foi a melhor sobremesa que você já comeu? E a pior?
Os profiteroles do Hotel Cad’Oro, era adolescente, na época era a coisa mais bonita aquela pirâmide de carolinas. A pior uma caixa de chocolate Hidrogenado com mousse, horrível.

4 – O que sempre tem de sobremesa pra você?
Docinhos de Chocolate do Atelier e taça de 3 chantillys, natural, de chocolate e frutas vermelhas.

Pudim a Gosto

Pudim a Gosto

A entrevistada de hoje é a Ana, do Pudim a Gosto. Não sei vocês, mas eu quando penso em pudim penso sempre no de leite condensado. Pois ela desenvolveu várias opções de sabores: tradicional, fava de baunilha, chocolate belga, chocolate belga com nozes, coco, café cappuccino, limão siciliano, nutella, baileys, pistache e o pudim a gosto, que conta com um ingrediente secreto! Não é a tôa que a empresa é nova, mas já é um sucesso né! Também, como poderia não ser? Acho que não conheço ninguém que não goste de pudim, e delicioso como esses então… Ela começou em casa mesmo e hoje já tem uma food bike para participar de eventos, que é uma tendência super legal.

1 – Por que escolheu trabalhar com doces? Conte um pouco da sua história, por favor.
Sou de uma família de portugueses e, junto com outras sobremesas da terrinha, o pudim sempre fez parte das nossas sobremesas. Cozinhar sempre foi uma terapia para mim, mas meu forte sempre foi doces. Em julho deste ano (2014), durante minhas férias, decidi pensar num projeto que pudesse ser feito totalmente por mim. E assim surgiu a Pudim a gosto.

2 – Você come tudo que faz? Com que frequência?
Sim! Nenhum sabor de pudim, por exemplo, é lançado sem que eu experimente, mande para minha mãe fazer o mesmo… A cada 15 dias, em média, eu experimento alguns pudins para me certificar que a qualidade, sabor e textura permanecem os mesmos.

3 – Qual foi a melhor sobremesa que você já comeu? E a pior?
A melhor foi o petit gateau do Paris 6. A pior, um cheesecake de padaria.

4 – O que sempre tem de sobremesa pra você?
Pudim e frutas.

Quem ficou interessado e quiser encomendar ou saber onde a food bike vai estar pode conhecer a Pudim a Gosto no site, Facebook ou Instagram.

Lollipop Doceria

Lollipop Doceria

Quem vai participar da nossa entrevista hoje é a Louise, da Lollipop, que estava super curiosa pra aparecer por aqui e até me perguntou quando ia sair! Conheci a Louise no ano passado, quando ela me apresentou os bolos no palito dela. Fomo tomar um suco e conversamos “um pouco”.  Eu queria escrever esse texto com cuidado, porque fiquei encantada com ela, com a força e ao mesmo tempo com a delicadeza. Ela me contou por cima alguns acontecimentos da vida dela que olha… dariam um filme! E não seria de comédia não… Fiquei alguns dias pensando na história dela, como eu reagiria se fosse comigo. Só sei que essa avó que ela cita aí vale ouro, e tenho certeza que tem muito orgulho da neta!

1 – Por que escolheu trabalhar com doces? Conte um pouco da sua história, por favor.
Sempre fui amante de doces e ajudava minha avó a fazer suas delícias na cozinha, com isso fui me apaixonando cada dia mais e aprimorando minhas receitas.

Ela não escreveu na resposta, mas me contou no dia que conversamos que ela também teve uma grande incentivadora pra começar a Lollipop Doceria. Ela fez os docinhos para o chá de uma amiga (não lembro se chá bar ou de bebê), e essa amiga começou a dizer pra todo mundo que ela fazia pra vender! As encomendas começaram a aparecer e ela obviamente não conseguia recusar, mesmo ainda estando trabalhando em outro lugar.

2 – Você come tudo que faz? Com que frequência?
Não, só quando testo receitas novas.

3 – Qual foi a melhor sobremesa que você já comeu? E a pior?
O bolo no palito que faço, todos adoram e eu amo!
A pior foi torta de limão, não consigo entender como as pessoas acham isso doce. Rs

4 – O que sempre tem de sobremesa pra você?
Brigadeiros não podem faltar!

Ela já tinha me dito que não gosta de torta de limão mesmo haha e eu acho isso engraçado, porque eu adoro, mas sei que não é só ela. Muita gente também acha que doce tem que ser doce mesmo, e que se é azedinho não é doce.
Feitos por alguém que gosta tanto de doce, os da Lollipop Doceria claro que são uma delícia!

Entrevista Fabriga Brigadeirão Gourmet

A nossa entrevista de hoje é com a Tati da Fabriga Brigadeirão Gourmet, que faz brigadeirões maravilhosos! Como ela diz é um doce bem esquecido mesmo, eu pelo menos me lembro de uma tia fazer no microondas quando eu era criança, mas fiquei anos sem comer.

1 – Por que escolheu trabalhar com doces? Conte um pouco da sua história, por favor.
Depois de 15 anos atuando no mercado financeiro, nasceu a Fabriga. Abriu o espaço para reacender o gosto pela culinária e uma visão de trazer para o ramo de alimentação, um conceito novo, de um doce que estava esquecido injustamente, porque é muito gostoso.

2 – Você come tudo que faz? Com que frequência?
O desenvolvimento dos sabores e receitas são testadas por mim. São várias opiniões e degustações antes de ganharem as ruas. Depois de prontos, eu como nas ocasiões de sociais. Porque comer brigadeirão entre amigos e família é sempre mais gostoso.

3 – Qual foi a melhor sobremesa que você já comeu? E a pior?
A melhor sobremesa que já comi, é a que traz boas memórias. Além de um brigadeirão (rsrs) maravilhoso, comi um uma maxi carolina recheada com sorvete de nata e calda de chocolate em Portugal, num restaurante de uma cidadezinha chamada Óbidos.
A pior, difícil, mas não sou muito fã erva doce. Uma vez comi um mini tartelette de chocolate, pelo qual estava salivando, mas infelizmente na massa da havia um licor de erva doce, que azedou o clima.

4 – O que sempre tem de sobremesa pra você?
Sorvete. Amo.

Além de ser muito gostoso, me chamou muito a atenção a criatividade e a atenção aos detalhes. A embalagem te diz de qual lado é pra abrir, porque daquele lado tem uma abinha pra puxar a bandejinha em que está o brigadeirão pra fora da caixa, sem sujar o dedo nem estragar o doce! E quando a gente pensa em brigadeirão pensa no sabor chocolate né? Pois ela tem 8 sabores!!

Ficou curioso? Entra no site, no Facebook ou no Instagram pra conhecer melhor o trabalho dela.

Mimo Arte em Comemorar – Entrevista

Mimo Arte em Comemorar – Entrevista

A entrevista da Yeda da Mimo Arte em Comemorar é mais uma que eu adorei. A história é de uma grande mudança (como toda mudança deduzo que deve ter sido necessária uma dose extra de coragem!), que mostra a importância de alguém que nos incentive. Mais um motivo pra gostar do Fábio Porchat, agradecemos muuuito por ter incentivado a Yeda! A pior sobremesa dela deve ter sido uma situação terrível, mas eu ri imaginando…

1 – Por que escolheu trabalhar com doces? Conte um pouco da sua história, por favor.
Nunca escolhi! rsrsrs. Sou médica e desde criança faço e invento sobremesas. Uma amiga, também médica, pediu para que fizesse pães de mel para distribuir como lembrança de maternidade do seu sobrinho que ainda estava na barriga. ​Nunca tinha feito pães de mel e até o nascimento testei, misturei e inventei receitas até chegar a um resultado que apresentei a ela. Foi um enorme sucesso. Até aí, era um hobby e achava até graça dos elogios. Foi então que o ator e roteirista Fábio Porchat provou, amou, divulgou, e me convenceu a apostar e transformar o hobby em negócio. Nunca mais parei.

2 – Você come tudo que faz? Com que frequência?
Hahahahhaha. No início comia tuuudo! Engordei 20kg!!!! Claro que o bom senso me impede de continuar a devorar tudo o que faço, mas confesso que é difícil.

3 – Qual foi a melhor sobremesa que você já comeu? E a pior?
A melhor? Difícil…Doce de abóbora com coco da minha avó.
A pior foi um quindim branco e com cheiro de ovo com o “chef”  me olhando fixamente.
Foi duro.

4 – O que sempre tem de sobremesa pra você?
Pão de mel!

mimo arte em comemorar

O pão de mel da Mimo Arte em Comemorar é uma delícia mesmo, bem “gordo”, bem recheado, muito cheiroso e muito saboroso. Preciso até contar uma cena dessa semana… A Yeda me mandou duas novidades para experimentar, o doce de leite com flor de sal e o pão de mel no potinho (esses aí da foto). Eu comi um pouco de cada a tarde e guardei o que sobrou pro Super Colaborador experimentar também, porque ele tinha amado o pão de mel. Depois do jantar ele tava caçando um docinho, mas não se empolgou com o potinho. Até que eu abri a tampa e fiz ele sentir o cheiro. A expressão mudou! Cara de criança arteira, pegou da minha mão e saiu correndo pra comer tudo sozinho!