Colgate NeutrAçúcar – Comendo Doces sem Cárie

Colgate NeutrAçúcar – Comendo Doces sem Cárie

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A Colgate lançou uma nova pasta de dente, a Colgate Máxima Proteção Anticáries mais NeutrAçúcar, que promete combater os ácidos originados pelos açúcares dos alimentos. Eles me mandaram esse kit super fofo com a pasta, claro, e vários docinhos com a temática de festa junina. Eu achei a ideia muito legal e quis escrever mais aqui pra tentar desmistificar mais uma coisa sobre o açúcar.

Meu pai é dentista e com ele aprendi desde pequena que o que causa cárie não é comer açúcar. O problema não está em comer doce em si, está em não escovar os dentes depois de comer! Explicando leigamente, depois que a gente come ficam nos dentes restos dos alimentos, misturados com saliva e com as bactérias que existem naturalmente na boca. Isso é chamado de placa. Sabe quando passamos a língua nos dentes e sentimos eles meio ásperos? É a placa que se formou, e nela as bactérias vão transformando o açúcar em ácidos, e esses ácidos corroem os dentes. A corrosão é que é a cárie.

Então não é instantâneo, comeu açúcar ficou com cárie. É um processo… Como não podemos eliminar as bactérias desse processo, temos que eliminar o açúcar, mas não precisa ser não ingerindo. Até porque diversos alimentos contém açúcares, não são só os doces, então também não adianta não comer açúcar e achar que não vai ter cáries só por isso. Basta escovarmos os dentes, retirando essa placa e interrompendo o processo.

Pra ajudar nessa escovação a Colgate NeutrAçúcar promete ser a maior inovação no combate a cárie desde a introdução do flúor, nos anos 50! Ela tem arginina, que quando processada pelas bactérias eleva o pH da boca a um nível mais saudável; e cálcio, que quando combinado com o flúor consegue remineralizar o dente quatro vezes mais do que o flúor sozinho. Ela promete reduzir em 20% o aparecimento de novas cáries e reverter as que estiverem bem no comecinho. Então ela previne e trata!

Eu estou usando a Colgate NeutrAçúcar e pretendo continuar. É difícil analisar a olho nu, então não dá pra dizer que estou vendo resultados, mas sinto que a boca fica bem limpinha e os dentes bem lisinhos sim!

Ana Maria sem lactose

Restrições alimentares, quando a pessoa é intolerante ou alérgica a determinados alimentos, devem ser bem complicadas. Eu não tenho nenhuma, mas já tentei me imaginar com algumas e certamente sofreria muito! Acho que as restrições mais comuns são a leite, glúten, açúcar e nozes. Talvez essa última fosse a mais fácil de administrar pra mim, mas realmente não sei como lidaria com as outras. Agora, se já é difícil para adultos, pensa para crianças! Elas sofrem por não poderem comer coisas que parecem gostosas, e os pais por não poderem dar o que os filhos pedem.

É o caso da história desse post, que o Super Colaborador me mostrou semana passada. A criança de 3 anos pedia pra mãe pra ficar olhando as embalagens de bolinho Ana Maria no supermercado, mesmo sabendo que não poderia comer, por ter alergia a proteína do leite. De cortar o coração né? A mãe mandou um e-mail pra Pullman, pedindo que fizessem uma opção sem lactose para que seu filho pudesse comer. Pra surpresa dela a Pullman enviou uma lista com todos os seus produtos sem lactose, que inclui 3 sabores de Ana Maria, 2 de rocambole, 1 de bolo, 2 de pão doce e 2 de rosquinhas! Olha quanta opção! Claro que ela correu pra comprar os bolinhos desses sabores (baunilha, morango e chocolate com baunilha) e desde então (isso foi em 2006) seu filho é um feliz comedor de Ana Marias!

Quem tem alguma restrição alimentar, ou filho que tenha, deve se acostumar a ler sempre muito bem as embalagens e os ingredientes, tanto para evitar produtos que não devem ser consumidos, quanto para descobrir os que podem! Isso porque algo com sabor chocolate, por exemplo, pode ser feito com cacau e não ter leite. Geralmente no final da lista de ingredientes já vem o aviso se contém ou não glúten e se o alimento foi processado em máquinas que também processam leite ou nozes, podendo conter traços desses, o que pra algumas pessoas é o suficiente para não poderem comer.

Atualmente está na “moda” cortar principalmente lactose e/ou glúten da alimentação, mesmo sem necessidade. Provavelmente porque quem descobre que tem a restrição e passa a ter uma deita sem esse item de fato emagrece (ou desincha) e fica mais saudável. Mas isso porque era um alimento que fazia mal pra aquela pessoa, porque o corpo dela tinha uma dificuldade pra processar aquele ingrediente. Não significa que vá fazer bem pra todo mundo, cada organismo funciona de um jeito. Quem tem a restrição faz as alterações na dieta junto com nutricionista, com acompanhamento médico. Quem resolve alterar por conta própria pode acabar ficando sem nutrientes necessários, por não fazer as substituições corretas.

Outra dica pra quem tem restrição a lactose ou a glúten é o Brownie de Batata Doce que postei semana passada, já viu?

Vamos repensar a relação?

Vamos repensar a relação?

Hoje eu queria propor algumas perguntas pra gente parar e repensar a relação com a comida, com o nosso corpo e com o corpo dos outros.

Quantas vezes você já ouviu “nossa, assim vai engordar”?

Quantas vezes você já deixou de comer algo porque sabia que ia escutar algum comentário assim?

Quantas vezes você deixou de usar shorts ou saia no calor por vergonha das suas pernas, sejam elas finas ou grossas?

Quantas vezes você julgou o que uma pessoa gorda estava comendo?

Quantas vezes você acha que alguém deixou de comer o que estava com vontade por causa de um comentário seu?

Quantas vezes vezes você condenou o que alguém estava vestindo por “não ter corpo pra isso”?

Quantas vezes você ficou com inveja da gordinha que estava de vestidinho curto e com todas as celulites de fora, mas passando bem menos calor do que você?

Quantas vezes você já passou fome achando que assim ia emagrecer?

Quantas vezes você já se arrependeu de ter comido alguma coisa?

Quantas vezes você já suspirou querendo ter o corpo da modelo da capa da revista?

Quantas vezes você pensou em quanto photoshop tinha ali?

Quantas vezes você usou a saúde como desculpa quando seu único objetivo era estético?

Quando foi que o valor de uma pessoa passou a ser inversamente proporcional ao tamanho da sua roupa?

pra repensar a relaçãoAlgumas dessas coisas talvez a gente faça até sem pensar, sem perceber, mas uma ou outra acaba fazendo.

Como diz o melhor professor que já tive na vida Clóvis de Barros Filho, a vida não tem gabarito. Não existe um manual pra vida boa, um só jeito de se viver bem. Então você pode ser feliz com o corpo que você tiver, com a roupa que você quiser e com a alimentação que você quiser.

O que tem que mudar é a nossa cabeça, por isso a proposta de repensar a relação. Temos que parar de julgar tanto o nosso próprio corpo e principalmente o corpo dos outros. Primeiro porque o dos outros simplesmente não nos diz respeito. Segundo porque as nossas maiores encanações são com o que mais criticamos nos outros, então quando julgamos menos os outros passamos a exigir menos de nós mesmos também. Tenta! E depois me conta como foi…

A partir de 2015

Finalmente está chegando a hora de nos despedirmos de 2014. Pra mim foi um ano bem intenso, cheio de experiências novas. Algumas foram o crescimento do @oquetemdesobremesa e da interação super gostosa com os seguidores, o lançamento desse blog, que começou a ser planejado em junho… Tudo isso faz parte da minha lista de agradecimentos, que está bem recheada! Espero que a sua também esteja e pra 2015 eu desejo ainda mais de tudo isso, acrescentando algumas coisinhas na minha vida e na sua também:

Eu desejo que a partir de 2015 (porque não é só nele) a nossa vida seja mais doce. Que a gente não permita que os momentos ruins deixem um gosto amargo por mais tempo do que devem. E que a gente coma muitas sobremesas gostosas também.

Eu desejo que a partir de 2015 a gente faça as pazes com o nosso corpo, parando de agredi-lo com ofensas e críticas constantes. E que todos se preocupem mais com a saúde do que com a aparência.

Eu desejo que a partir de 2015 a gente encontre o equilíbrio entre a saúde física e a mental. Que a gente cuide da saúde do corpo sem deixar a neura dominar a cabeça.

Eu desejo que a partir de 2015 a mídia pare de associar um verão feliz a um verão sem canga e um verão sem canga a um corpo “em forma”.  E que todo mundo entenda que ninguém tem que deixar de curtir nenhum momento da vida por não ter um corpo esteticamente “perfeito” (seja qual for a sua definição de perfeição).

Eu desejo que a partir de 2015 a gente encontre o equilíbrio entre saúde física e mental. Que a gente

Eu desejo que a partir de 2015 a gente faça mais as nossas próprias vontades, o que realmente importa pra gente, e pare de se culpar por não atender as expectativas dos outros.

Eu desejo que em 2015 o nosso freezer sempre tenha sorvete, que nunca falte leite condensado nem chocolate na nossa despensa, que sempre tenha pelo menos uma balinha por perto.

Eu desejo que a partir de 2015 a gente possa comer o que quiser sem ter fiscal de vida alheia dizendo “cuidado, assim vai engordar”. Que no lugar deles a gente tenha sempre alguém querido para compartilhar os momentos mais gostosos!

Feliz 2015!!!

Equilíbrio entre Saúde Física e Saúde Mental

Desde o começo queria falar aqui sobre questões ligadas a saúde, principalmente porque a sobremesa geralmente é considerada a principal vilã de uma alimentação saudável. Não tinha encontrado ainda um jeito de abordar o tema, mas eis que hoje me deparei com essa matéria no globo.com “Bella Falconi, musa do abdômen trincado, dá adeus à rotina radical” e resolvi começar com o equilíbrio entre saúde física e saúde mental.

São vários pontos interessantes para comentar e a maioria está resumida nessa frase: “Durante a viagem repensei sobre minha vida como um todo, não somente na alimentação, mas em tudo. Sempre acreditei muito na importância entre o equilíbrio espiritual, físico e mental, e por todos esses anos pensava ter encontrado esse equilibro. Foi quando na verdade me encontrei. Durante minha lua de mel quase não treinei, comi fora da dieta e não me senti culpada por isso. Meu marido ficou chocado um dia quando me acordou e disse ´vamos treinar?´, e eu respondi que não estava com vontade. Ele disse que jamais imaginou um dia ouvir aquilo de mim e então comecei a refletir sobre como estava levando minha vida”.

Vamos em ordem… A vida tem que ser analisada como um todo, não somente pela alimentação ou pelo corpo. O que a pessoa come ou deixa de comer e o tamanho de roupa que ela usa não podem definir quem ela é, sua personalidade e seu caráter, não podem ser maior do que ela mesma. Lembrando que isso vale para julgamentos que fazemos sobre os outros e sobre nós mesmos também!

O ponto mais importante pra mim é o do EQUILÍBRIO, em todos os sentidos. Nenhum extremo pode ser equilibrado, por definição. Comparando uma pessoa sedentária e acima do peso com outra que segue uma dieta super rigorosa e uma rotina de exercícios bem radical, quem leva uma vida mais equilibrada? Nenhuma das duas! Mas enquanto a primeira tende a ser condenada pela sociedade, a segunda é exaltada e tida como exemplo de vida saudável. O relato da Bella Falconi evidencia que um corpo malhado e definido por fora, pode não estar tão saudável assim por dentro. Na matéria ela conta, por exemplo, que ficava meses sem menstruar por ter uma porcentagem de gordura muito baixa!

Saúde não é só física, é mental também. Quando a pessoa se sente culpada por ter deixado de treinar um dia para fazer uma outra atividade que lhe é prazerosa, ou por ter comido algo que gosta muito, mas que não faz parte da dieta, como fica a saúde mental dela? É possível então que exista equilíbrio? Esse desequilíbrio pode ainda levar a consequências bem mais graves, como distúrbios alimentares, em casos extremos.

Só pra ficar claro, eu não estou defendendo o outro extremo, o da obesidade, mas sim o equilíbrio, que pra mim é onde está a felicidade de cada um.