Amor próprioQuem ama cuida. Você com certeza já escutou essa frase né? Já parou pra pensar que então quem se ama, também se cuida? Agora, como ter amor próprio? Um bom começo é parar de brigar com o nosso corpo, o aceitar como é. A consequência é que quanto maior esse amor próprio, mais a gente quer se cuidar, e quanto mais a gente se cuida, mais se ama. Parece simples, lindo e perfeito, mas quem disse que aquela primeira parte é fácil??

Muitas pessoas que se cuidam, o fazem porque querem mudar ou disfarçar o corpo constantemente, ou seja, não o aceitaram, e nunca ficarão satisfeitas com os resultados, porque sempre irão procurar (e encontrar) outros “defeitos”. Aceitar o próprio corpo não significa pensar “ok, meu corpo é assim mesmo e sempre vai ser, vou me conformar com isso e desistir”. Significa que a gente pode e deve sim se esforçar para mudar o que não gosta nele, mas que não vai deixar de viver a nossa vida enquanto não conseguir, porque já o ama assim, do jeito que é hoje. Uma das partes mais difíceis talvez seja conseguir identificar se é algo que realmente nós não gostamos, ou que achamos que não se enquadra nos padrões de beleza impostos.

Mesmo enquanto estivermos fazendo os “ajustes” que quisermos no nosso corpo, ainda podemos valorizar outras coisas, pra entrar naquele círculo vicioso legal lá do começo. Não é porque você não gosta do seu nariz, por exemplo, que não pode usar um batom ou um brinco bonitos. Ou não é porque você não gosta das suas pernas que não vai ter um cabelo limpinho e bem hidratado. Pode parecer óbvio, mas as vezes quando a gente implica com alguma coisa acaba esquecendo o resto. Se a gente valorizar e gostar de vários pontos do nosso corpo, aqueles que não gosta tanto vão perdendo a importância.

É importante se cuidar para se sentir bem e manter a auto estima bem alta sempre. Querer melhorar o que não nos agrada é um direito, acho até que um dever, mas sem neura, sem encanação, sem deixar que a sua felicidade dependa disso em momento algum!